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Sabe, eu ando ouvindo coisas e presenciando outras que me fazem duvidar do conceito de humanidade.

Eu, sinceramente estou numa fase que desanimei de contestar, falar, pensar.... Porque isso nunca surtiu o efeito que eu queria.

Colocar bom senso nas pessoas é algo fisicamente impossível. Mas, fala sério.... Como falta uma coisa tão simplória na cabeça dos humanos? São valores que teoricamente afloram.

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Etanol 70%,80%,95%,100% e xilol.

Meus queridos leitores que me aguentam de uma forma incompreensível até para mim mesma!

Diria que é uma nova fase.
Livros, livros, livros. Grande parte deles em versão online, já que pagar 500 reais num exemplar está fora de questão.

E me coloquei a pensar. Putz. Somos muito fodões mesmo.

Não porque falamos da boca pra fora qualquer coisa. Ou porque somos inteligentes o suficiente pra entender que 2+2=4. Pela maquinaria que formamos. Pela porção incrível de reações e variações que sofremos. Pela quantidade de glândulas e coisinhas fofas que nos permitem respirar, cantar, falar, e dormir em paz. Paz esta, que faz tempo que não presencio.

Mas voltemos.

Nos achamos um máximo por conseguir fatiar um pedaço de algo que outro cara criou, colocar numa lâmina, enxergar e entender. Isso que eu entendo por histologia. Quer algo mais preciso? Mais complexo que o ser humano? Definitivamente, não.

Não sejamos ingênuos. Há algo muito maior do que qualquer rotina, de qualquer indivíduo.
Não tente se enteder. Você nunca prevê NADA do que vai fazer, planejar, amar ou odiar.
É momentâneo. É bem definido....no segundo anterior a sua realização.

Que Lord Ganesh me guarde quando isso vir a tona.
Sinta o vento no cabelo, deixe ele ficar igual juba de leão. Mas sinta e reaja a isso.

Como é bom me sentir de volta pra casa.



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I'm ready to go.

Hoje o grande vilão da história da qual faço parte é o tempo.
Não, não imagine um relógio gigante correndo atrás de mim e falando: vou te pegar Michellee! Mas imagine, senhoras e senhores, a vítima de alguém que não permite a protagonista disso tudo a fazer uma coisa que sempre amou: estar entre amigos.
Com isso, surge algo que a tal Michelle repugna mais ainda: a distância, a aparente falta de consideração e/ou interesse por parte DELA.
Como sinto falta de uma hora do intervalo sem preocupações além de provas de matemática. Como era mais simples a vida sem pressão. Uma pressão exercida vindo de mim mesma, mas porque o mundo quer que sejamos os melhores?

Sinto falta de abraçar as meus amigos: Meire, Fernanda (s), Isa, Amanda (nossa, sinto que magoei ela de algum jeito, mas se arrependimento matasse...), Nicole, Lígia, Eduarda, Luana, Liliane, Sara, Niicks (o melhor maninho que eu já tive), Malcom, Aleska (minha amoura!)....

Mas a minha realidade é outra agora, infelizmente. A vida me trouxe coisas muito boas....As realizações que eu sempre quis ter e sempre corri atrás... Mas porque as pessoas tem que ir embora?

O efeito de um abraço sincero na minha vida, fora os dados pela minha família e pelo maior companheiro que eu tive (meu Gigis *-*), fazem muita falta. Abraços surtem efeitos terapêuticos quando sem interesses materiais e mundanos.

Agora o que me resta é saudade.
Saudade de ouvir as respostas inteligentes da Me.
Saudade de ouvir as músicas que a Fer me mostrava.
Saudade da química orgânica do Leandro.
Saudade dos olhos brilhantes da Aline.
Saudade da época que não tinha saudade.

Enquanto isso, o tempo não me dá tempo. Corre, fazendo eu correr junto. Sem olhar pra trás.

A metionina me domina. O orgulho alheio me corrompe e me faz perguntar: no que o ser humano está se transformando?

A partir do momento que um pedaço de papel escrito com letras grandes e vermelhas é mais valorizado do que o conhecimento, do que a resposta dada, do que o entender.....
Acho que me incluo fora desse grupo.

ps. aaaaaai que saudade desse blog! xD

Obrigada pela paciência de sempre meus queridos (;

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Guia rápido de como pular abismos.

A menina se deparou com um abismo.
Melhor que saber construir pontes é saber saltar alto, tão alto que nenhum abismo é capaz de não prender a respiração e exaltar tal coragem.
Ela pegou distância. Sentiu o vento cantar uma música, através da leve brisa que atravessava seus brincos de argola. Tinha a força. Tinha tal poder.

Correu. Como se fosse a última coisa necessária a se fazer em vida. Lutar por um pedacinho a mais de vida (coisas que vemos pessoas fazer cotidianamente, podem representar isso de forma clara).

Sua vida, até tal momento, era resumada em simbologia simplória, mas também concreta ao mesmo tempo: jaleco, pedaços de madeira e amor... A algo que ela não sabia definir muito bem ainda. Daí o motivo para a êxtase que a invadia. Acabar com tudo e não descobrir ao certo qual foi o foco de toda sua atenção durante uma vida toda é frustrante.

O seu amor mudava de figura com uma facilidade incrível: amor a um trecho de música, a deuses hindus ou até a uma criança desconhecida.

Olhe para o alto. Busque força. Por mais que os problemas tentam afogar-te eles transformarão-se na brisa que acaricia os ouvidos.

Peça por sabedoria. Muita sabedoria. Num mundo aonde crianças de 7 anos morrem depois de serem esfaqueadas pelo primo, exige sabedoria, não? Exige calma, perspectiva, vontade de pular abismos cada vez piores, só para por em prova a superação.

Ter calma é complicado. Mas preciso me agarrar a ela com força.

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Varrendo a lua, varrendo a tua solidão.

A garota.
A noite.
O computador.

Era uma êxtase, a sensação de que algo bom, algo muito bom vai acontecer. Mas tal fato corre o risco de terminar, sem nem ter mesmo começado.
Como é triste não? Estórias para se contar, se espalhar aos sete ventos ou ao menos pra se guardar no coração são boas, mas muitas vezes dolorosas.
Como o mocinho mexia com as emoções dela! É como escolher entre whisky e vinho tinto.
Emoções específicas. Sabores diferentes. Cada um com sua peculiaridade.

Seu ponto certo. Certo?

Acho que ela vai acabar se alcoolizando e apenas deixando que tudo aconteça da forma certa.
Da forma que o destino dizer (mesmo que ele a odeie).

Adeus solidão. Me vejo em boa companhia.

Sentimentos são grãos de poeira. O obrigatório é saber tirá-los de lugares que provoquem algum dano. Com grãos de poeira a lua fica sem brilho.


Advertência: Saber tirar os grãos de poeira do coração é vital. Afinal de contas, disperdiçar sorrisos é a coisa mais insensata que me vejo a fazer nesse momento.


Seja o que Deus quiser.

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Melodia: sequência combinada de sons.

Todas as paredes pareciam suspensas, como se fossem cair a qualquer momento. Estremeciam, parecendo aguardar uma voz de comando: Caiam!


De um lado, uma garota era comum, diria a simples amante de palavras que vos fala.
De outro, tinha uma força fora de qualquer padrão. Capaz de derrubar as paredes no grito, mesmo ela não tendo qualquer direito sobre isso.
"O que eu faço agora?!"

O conselho de uma pessoa confiável lhe acalmava: "Faça exatamente tudo o que seu coração mandar!". Mas seu coração se mantinha pesado, incapaz de sussurrar alguma sílaba.

Aquele pedacinho de madeira ia a loucura de tanta felicidade. Reconhecimento novamente! Bravo!
A vontade de garota era sair correndo com ele em suas mãos e chorar. Abraçá-lo, pois esse sim, seria um abraço recíproco.

Por que o mundo é tão falso?
É como uma saída de emergência que não existe enquanto tudo desaba.
Como diria o mestre Osho, para determinar uma verdade, devemos aprender a reconhecer fatos falsos. Paredes parecem algo tão concreto. Feitas de concreto. Como podem desabar assim?

Quando são só ilusões. Então, nada vai cair. Mas a sensação de que cairá vai permanecer, até eu aprender a reconhecer as reais saídas de emergência.




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Apenas respiire, apenas respire.

A menina então, percebeu que nos momentos de surtos de felicidade a atitude mais justa com ela mesma seria a de olhar pra cima e chorar.


Como era bom sentir a corrente sanguínea acelerar, acelerar e as pernas fraquejarem.

Ela percebeu também, como a vida era boa. Como ela podia não perceber tudo de bom que estava acontecendo?
O feitiço estava lançado... apenas, respire!

Um indivíduo a fazia estremecer? Ela apenas escutava o seu coração quase saindo pela boca e vinha um desejo maluco de abraçar e agarrar uma criança cheia de sorvete de chocolate para enchê-la de beijos. E fez exatamente isso.

Como era bom se sentir daquela forma novamente... Como gostava de fazer bem as pessoas.
Como gostava de sorrir de verdade. Sem maldade, sem rancor. Era a mesma menininha de sempre: a moleca que brincava de pega-pega na rua com os pés descalços.


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Seja bem vindo c(:

Expor suas idéias nunca saiu de moda. Muitos no passado tiveram coragem de arriscar sua pele ao pronunciar e denunciar o que todo mundo já sabia. Bom, tenho que honrar meu futuro repleto de palavras. Enjoy it (;

Quem sou eu

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Michelle A. de Assis, 18 anos, procurando algo realmente útil para fazer ;D Meu jornalismo....Lá vamos nós!

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